O que você precisa saber sobre úlceras gástricas

 

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Quando se fala em úlcera, quase sempre as pessoas se referem às úlceras pépticas, isto é, às úlceras causadas pelo excesso de ácido no estômago e no duodeno

 

1. Os medicamentos podem ser o responsável pelo problema – Informe o seu médico sobre quaisquer medicamentos ou suplementos vitamínicos que você esteja tomando. Mesmo quando prescritos apropriadamente, analgésicos (aspirinas) e antiinflamatórios não-esteroidais (naproxeno  e ibuprofeno,dentre outros) são uma causa comum de úlceras. “Mesmo que você tome a aspirina infantil, o risco de contrair uma úlcera é duas vezes maior do que parte da população que não está tomando aspirina. Ingira apenas os medicamentos que você realmente precisa e nas quantidades prescritas, pelo tempo recomendado. Se você está tendo dores ou desconfortos abdominais, informe o seu médico, porque você pode ter uma úlcera péptica. Uma úlcera hemorrágica ou perfurada pode levá-lo ao hospital e à uma cirurgia”, avisa o gastroenterologista Silvio Gabor (CRM-SP 47.042);

2. Uma úlcera hemorrágica “pode atacar” sem aviso – Entre 30-40% das pessoas que desenvolvem úlceras hemorrágicas relacionadas com a aspirina ou com o uso de antiinflamatórios não-esteroidais não apresentam dor abdominal. “Ao invés de dor, elas podem apresentar fezes escurecidas ou avermelhadas que indicam a presença de sangue e vômitos”, afirma o médico;

3. Proteja-se – “Se o seu estado de saúde requer a ingestão de aspirina ou de um antiinflamatórios não-esteroidais por um longo prazo, a adição de uma droga de proteção pode diminuir o risco de úlcera. Discuta esta estratégia com o seu médico”, orienta o gastroenterologista;

4. Descarte uma infecção – Seu médico pode verificar se você tem uma úlcera provocada pela bactéria Helicobacter pylori. Para tratar o H. pylori, os médicos prescrevem coquetéis de três ou quatro drogas: uma mistura de antibióticos e de bloqueadores do ácido gástrico. “Este tratamento pode eliminar a infecção em cerca de 85-90%  dos pacientes, se as bactérias não forem resistentes aos antibióticos. Caso contrário, o tratamento precisa ser repetido”, informa Silvio Gabor;

5. Os idosos são mais vulneráveis ​​às úlceras – Ainda não compreendemos completamente as razões deste fato. “Mas parte do problema é devido ao fato de que indivíduos nascidos 50 ou 60 anos atrás, cresceram quando o ‘bug da úlcera’ foi mais difundido, antes das melhorias sociais em saúde e higiene. Outro fator que contribui para este quadro é o fato de que muitos idosos tomam antiinflamatórios para tratar a artrite ou aspir ina para prevenir ataques cardíacos”, explica o médico.

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